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Responsabilidade empresarial e a preservação ambiental:
Responsabilidade empresarial e sustentabilidade - maximizando o impacto social:
Grendene recepcionou reunião do GRI em Fortaleza:
Grendene ganha Certificação de Responsabilidade Social no Ceará:
     
   
   

Responsabilidade empresarial e a preservação ambiental: Entrevista com Gisele Bündchen sobre o projeto Y Ikatu Xingu -“Salve a Água Boa do Xingu” e a nova coleção Ipanema GB.

 “Com certezaresponde Gisele Bündchen, em sua primeira campanha de engajamento sócio-ambiental, onde buscou o apoio e a parceria da Grendene para juntas saírem em defesa do grande rio brasileiro com o projeto - Y Ikatu Xingu (“Salve a Água Boa do Xingu”). A riqueza do cenário natural da região do alto Xingu somada a beleza da Gisele Bündchen resultaram em um filme de uma estética surpreendente que vem sendo veiculado desde 07/Out/06 na televisão.  O DNA da Ipanema GB é a tropicalidade, a moda, além de ser um produto democrático e agora com Brasilidade internacional após a assinatura do novo contrato com a Gisele.

Com a palavra, Gisele Bündchen:

Gisele, porque você pensou na Grendene para o seu primeiro envolvimento em uma causa de preservação ambiental onde você empresta seu nome e sua imagem?
Em 2004 conheci a região do alto Xingu e fiquei fascinada com a natureza e preocupada com os problemas que as tribos que habitam aquela área do Mato Grosso vêm enfrentando, principalmente em relação à água (por conta da poluição e desmatamento). Comentei com a Grendene o desejo de fazer algo em relação a isso. A empresa topou imediatamente. Não poderia ser diferente, pois somos parceiros há 4 anos e, nesse período, tive a oportunidade de conhecer a seriedade e o profissionalismo com que tratam os assuntos que envolvem o seu nome e o nome dos seus licenciadores. É ótimo trabalhar com uma empresa assim.


Gisele, de que forma você escolheu apoiar o projeto Y Ikatu Xingu (“Salve a Água Boa do Xingu”), que inclusive já era um projeto existente para a região?
Tanto a Grendene quanto eu queríamos dar apoio a um projeto já existente, verdadeiro e que fosse relevante para os índios e  desenvolvido por uma instituição séria, que tivesse uma visibilidade sadia, sem o risco de a iniciativa ser vista como uma simples exploração comercial de um assunto ligado às questões indígenas no Brasil. Após profundas pesquisas e assessoria de consultores especializados no 3º setor, optamos por apoiar o Projeto “Y Ikatu Xingu” desenvolvido pelo ISA (Instituto Socioambiental), não só pela relevância da questão das águas, mas também porque, de forma inovadora, conseguiu envolver tanto índios, pesquisadores e organizações civis, quanto produtores rurais, movimentos sociais e autoridades.

Este projeto busca a recuperação e proteção das nascentes e matas ciliares do Xingu, importante rio da bacia amazônica e um dos maiores do Brasil, que vem sofrendo pelo excessivo desmatamento da região (que dobrou nos últimos dez anos). Isso vem afetando diretamente a qualidade de vida de 250.000 pessoas, incluindo 18 povos indígenas. Há informações muito interessantes sobre o trabalho desenvolvido nos sites www.socioambiental.org/kisedje e www.yikatuxingu.org.br.
 

Como se deu o encontro das águas do Rio Xingu com as ondas da moda, isto é, com os produtos da Grendene de sua nova coleção primavera-verão 2006?
Após definirmos o projeto que seria apoiado, recebendo parte da renda da venda da Ipanema GB 2006, era preciso dar visibilidade a isso e fazer uma associação da questão com o produto. O recurso encontrado foi permitir a participação dos índios Kisêdjê na concepção da sandália, através da elaboração dos grafismos que estampariam as palmilhas e que mostrariam um pouco da cultura e das lendas desse povo.

Quais são as lendas reproduzidas nos desenhos das palmilhas?
As lendas são lindas, mas a grafia escolhida foi de apenas uma delas, que é a do anhi ro küntêmtêm - "[fiz] uma espiral em mim mesmo” - fala que por incontáveis luas, a tradição foi mantida. Ao completar 16 anos, os rapazes Kisêdjê saíam de suas casas para morar na Casa dos Homens onde viviam até casar, cantando, dançando e praticando a pesca. Mas quando chegou a hora de Ndwântxijambânkandê tudo foi diferente. O índio não quis sair do lado de sua mãe provocando a fúria dos demais jovens e de seu pai. Incompreendido, refugiou-se no fundo das águas do rio, onde ficou por sete dias, aprendendo com os peixes. Ao regressar, trouxe consigo uma concha em formato caracol abrigando um filhote de peixe e transmitiu para toda a tribo a sabedoria dos seres das águas, expresso na pintura que fez em seu próprio corpo: Anhi Ro Küntêmtêm. É lindo, pois é um símbolo que representa a descoberta, o auto-conhecimento e a gratidão.

Como foi fazer um comercial para a televisão tão diferente para a nova coleção Ipanema Gisele Bündchen?
A Grendene sempre preparou comerciais fantásticos desde a primeira coleção da Ipanema GB, mas esse foi algo muito especial, pois foi uma experiência ímpar.  O filme teve como locação a aldeia da tribo Kisedjê - município de Querência, no Mato Grosso – eu e toda a equipe da Conspiração Filmes fomos “transportados” para a beleza das imagens da tribo e do Parque do Xingu, durante os cinco dias de filmagem.  A trilha sonora foi gravada pelos índios especialmente para o filme  e traduz a essência da cultura indígena. Não foram utilizados atores e foi mostrado o ritual real da Dança da Chuva. Fui pintada pelas mulheres da aldeia e usei colares, cocares e indumentárias típicas da própria tribo. A sessão de fotos aconteceu no estúdio do fotógrafo Paulo Vainer.

Além desse importante conteúdo - o engajamento ambiental - refletido e incorporado no design da Ipanema Gisele Bündchen 2006, que outras novidades a coleção irá apresentar?
Outra importante novidade é que a Ipanema GB poderá também ser vendida no exterior. Achamos que este era o momento para isso, não só porque  o tema indígena e a causa das águas naturalmente chamariam a atenção fora do país, mas também para tentar incrementar a arrecadação para a causa ambiental.


Gisele, você acredita que o seu engajamento ambiental e o da Grendene podem fazer alguma diferença?

Claro que sim. Acho que a visibilidade que estamos dando ao projeto pode despertar o interesse e engajamento das pessoas.

Gisele Bündchen
Top model, empresária e licenciadora da marca GB para as sandálias Ipanema.

     
     
   

Responsabilidade empresarial e sustentabilidade - maximizando o impacto social:
Artigo do Relações Públicas de Sobral (CE) - matriz e maior unidade  fabril da Grendene - Herbert Rocha.

Na primeira edição da newsletter da Grendene foi apresentado o que é o GRI – Global Reporting Initiative, bem como os seus objetivos para uniformizar a prestação de contas de indicadores não-financeiros – visando a comparabilidade global entre setores e empresas – tendo como base filosófica o conceito de sustentabilidade, que é fundamentado em um tripé: Economia, Questão Social e Meio Ambiente. Nesta edição estamos aprofundando uma das pontas desse tripé – um item importante de Governança Corporativa: a maximização do impacto social positivo por meio de um trabalho de responsabilidade social.

A Grendene está atenta à relação ética e transparente da organização com todas as suas partes interessadas (funcionários, fornecedores, clientes, acionistas e a sociedade) visando o desenvolvimento sustentável. Para definirmos cada vez melhor nosso papel nesse ambiente temos que ter clareza dos conceitos de Responsabilidade Social.

Com a palavra, o QSP1 - Centro de Qualidade, Segurança e Produtividade para o Brasil e América Latina:

Diversas organizações não-governamentais (ONGs) estão preocupadas e desconfiadas de que empresas estão melhorando seus resultados financeiros às custas dos trabalhadores de países em desenvolvimento, os quais têm poucas opções e, muitas vezes, são obrigados a se submeter a condições desumanas de trabalho em troca de salários aviltantes. Por outro lado, investidores, clientes e a mídia em geral estão responsabilizando corporações multinacionais pela origem dos produtos fornecidos, e exigindo que atendam a princípios éticos fundamentais relacionados, principalmente, aos direitos humanos dos trabalhadores.

Francesco De Cicco
Engenheiro especializado em Gestão de Riscos.
Diretor-Executivo do QSP

1QSP  uma ONG fundada em 1991, atuando em todo o Brasil e em outros países latino-americanos através de uma equipe de instrutores, auditores e consultores, composta por mais de 120 profissionais credenciados, que participam de inúmeros projetos de educação e treinamento, consultoria e auditoria, pesquisa e desenvolvimento, nas diversas áreas de especialização do Centro, tendo como um de seus principais objetivos auxiliar empresas na integração e melhoria contínua de seus Sistemas de Gestão e na busca da Sustentabilidade Empresarial.


Para entender as siglas?
QSP faz parte da GRI - Global Reporting Initiative, como (Organisational Stakeholder) – está na estrutura organizacional das diversas partes interessadas: uma iniciativa conjunta da organização não-governamental CERES - Coalition for Environmentally Responsible Economies - e do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, cujo objetivo é fomentar a qualidade, o rigor e a aplicabilidade dos relatórios de Sustentabilidade Empresarial.

O que é responsabilidade social?
Diante dos problemas sociais mal resolvidos, as organizações não-governamentais e a iniciativa privada têm ido além de sua competência produtiva, adicionando ao processo produtivo um comportamento ético, pautado em ações favoráveis à melhoria da qualidade de vida de seus colaboradores e de toda a comunidade na qual estão inseridas.

Responsabilidade Social é a garantia que um produto ou serviço é feito com respeito aos padrões de conduta internacionalmente aceitos, que protegem a dignidade do trabalhador.
 
Algumas organizações ainda confundem a filantropia com o trabalho de responsabilidade social. Segundo o Instituto Ethos, a filantropia é apenas a relação social da organização para com a comunidade, enquanto que a responsabilidade social faz parte do planejamento estratégico, trata diretamente dos negócios da empresa e de como ela os conduz e é instrumento de gestão. As principais diferenças são:

FILANTROPIA

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Ação individual e voluntária

Ação coletiva

Restrita a empresários filantrópicos

Fomento da cidadania.
Extensiva a todos

Não necessita gerenciamento

Gerenciamento é fundamental

Decisão individual

Decisão coletiva, consensual

Inserida neste panorama, a Grendene está comprometida com a Responsabilidade Social, tanto na condução de seus processos quanto em sua interação com a comunidade, garantindo que a fabricação de seus produtos seja feita por meio socialmente justo, ecologicamente correto e economicamente viável, transformando-se numa empresa sustentável e alinhada com a melhoria da qualidade de vida do século 21.

Responsabilidade Social é o compromisso contínuo da organização com a aplicação de princípios éticos em sua relação com todos que podem influenciar no sucesso do negócio de forma a contribuir com o desenvolvimento econômico, social e ambiental da sociedade”. Marcos Oliveira, MSc Autor do livro SA8000: A ISO9000 DA RESPONSABILIDADE SOCIAL, publicado pela Ed. Qualitymark. Certified Quality Engineer - ASQ/USA.

O que o mundo aceita como responsabilidade social?
Em 1997 foi lançada pela CEPAA - Council on Economics Priorities Accreditation Agency, atualmente  chamada SAI - Social Accountability International, organização não-governamental norte-americana, a Social Accountability 8000 (SA8000), que é a primeira certificação de um aspecto da responsabilidade social de empresas com alcance global.

Esta norma se apresenta como um sistema de auditoria similar à ISO9000 e a ISO14000, mas com requisitos baseados nas diretrizes internacionais de direitos humanos e nas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A SA8000 é reconhecida mundialmente como um sistema de gestão das relações de trabalho, prevendo métodos para a gestão das mesmas, além do gerenciamento da cadeia produtiva, garantido a eficácia no controle de fornecedores e melhoria contínua das suas relações de trabalho, abordando questões como:

REQUISITOS MUNDIAIS
DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

ATUAÇÃO DA GRENDENE EM
RELAÇÃO A ESTES REQUISITOS

• Trabalho infantil.

Empregamos somente maiores de 18 anos.

• Trabalho forçado

Somos contra o trabalho infantil e forçado.

• Saúde e Segurança

Nossas ações em segurança do trabalho
são referências para outras empresas.
Investimos maciçamente em tecnologias
de proteção coletiva (EPC).

• Liberdade de associação e direito à negociação coletiva

Asseguramos que os representantes
dos empregados não estão sujeitos
a discriminação e que têm livre acesso
negociado aos empregados.

• Discriminação

Recebemos o Selo de Responsabilidade
Social – empresa Inclusiva desde a criação do troféu Portas Abertas do Governo do Estado do Ceará pela inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais.

• Práticas disciplinares

Somos contra o uso de práticas disciplinares para obtenção de nossos resultados.
O nosso trabalho é nossa maior satisfação.

• Horário de trabalho

Cumprimos rigorosamente os limites legais da jornada de trabalho.

• Remuneração

Asseguramos que os salários pagos atendem aos padrões do piso salarial, são suficientes para atender às necessidades básicas e proporcionar renda extra.

Os requisitos apresentados pela SA8000 procuram beneficiar os colaboradores, consumidores, investidores e a sociedade, enfim a todas as partes interessadas (stakeholders):

Colaboradores: através do oferecimento de um melhor ambiente de trabalho, da redução do número de acidentes, de treinamentos em saúde e segurança no trabalho; salários adequados às necessidades básicas.

Investidores e Consumidores: por meio da identificação de produtos feitos sob condições cada vez mais humanas; através da transparência nas decisões de compra e de investimento, baseadas em condições éticas e identificação de empresas preocupadas com a condição humana dos empregados.

Sociedade: redução do trabalho infantil; mais crianças na escola; trabalhadores saudáveis e cooperação entre empresas, ONGs e sindicatos.

Como se vê, a Grendene contribui com o bem-estar da comunidade em que se insere, acredita que a Responsabilidade Social vai além da postura legal da empresa, da prática filantrópica ou do apoio à comunidade e assume uma gestão empresarial com foco na qualidade das relações e na geração de valor para todos. Isto é atitude socialmente responsável que busca maximizar o impacto social nas comunidades onde atua.


Herbert Rocha
Arquiteto e urbanista é Relações Públicas da Grendene para Sobral;Autor do livro o Lado Esquerdo do Rio; Ex- Secretário Municipal das Pastas de Desenvolvimento Econômico e de Desenvolvimento Urbano e Meio-Ambiente e Ex-coordenador da Agenda 21 de Sobral

     
     
   

Grendene recepcionou reunião do GRI em Fortaleza:
grupo de trabalho do setor de Vestuário e Calçados que está elaborando o arcabouço para os indicadores não-financeiros do GRI - Global Reporting Initiative reuniu-se em Fortaleza de 17 - 20/Out/06.

Após as reuniões em Amsterdam (set/05), Colombo, Sri Lanka (dez/05), San Francisco (mar/06), a 4ª e conclusiva reunião foi realizada no Brasil, no período de 17 a 20 de outubro de 2006, na cidade de Fortaleza (CE), tendo a Grendene como anfitriã de um time global para o desenvolvimento do suplemento dos indicadores do GRI para o setor de vestuário e calçados.

A Grendene como a primeira empresa brasileira a participar de um time global desta natureza e com a importante missão de uniformizar a prestação de contas dos resultados não-financeiros para fins de comparabilidade global, estará se reunindo com diversos executivos de empresas do setor e de ONGs internacionais. A programação incluiu a visita à fábrica da Grendene em Sobral (CE), responsável por cerca de 87% da produção de calçados da Grendene; reuniões com partes interessadas (stakeholders) e autoridades locais com o apoio da FIEC – Federação das Indústrias do Estado do Ceará; e as reuniões de trabalho do grupo foram de 18 – 20 de outubro de 2006.

O GRI acabou de lançar a 3ª geração de guidelines (orientações) para a elaboração de relatórios não-financeiros (G3), que foi em 05 de outubro de 2006, em Amsterdam.  A discussão do G3 e as adaptações necessárias para o setor de vestuário e calçados também foram discutidas nesta rodada de reuniões.

Veja mais sobre as orientações do G3 no formato PDF no link abaixo:

www.globalreporting.org/Services/ResearchLibrary/GRIPublications/GRIPublications.htm#RFPub

Como tivemos a presença de cerca de 20 pessoas, de empresas líderes do setor de vestuário e calçados – C&A, Feng Tay Group, Gap, Grendene, H&M, Indetex, Levi-Strauss, Mas Holdings, Nike, Timberland, bem como de vários representantes de entidades ambientais e sociais – tais como CREA, GMIES, GRI, ICCR, ITGLWF, Oxfam, Verité, e WICEE - Wuppertal Institute for Climate, Energy and Environmental – aproveitamos para envolver também a comunidade empresarial do Ceará, por meio da FIEC – Federação das Indústrias do Estado do Ceará, por acharmos importante disseminar os conceitos de sustentabilidade e a experiência de outras empresas internacionais.

Assim, houve no dia 17 de outubro de 2006, uma apresentação sobre os conceitos internacionais de sustentabilidade e os projetos do GRI em desenvolvimento, tendo como palestrante, o Sr. Sean Gilbert, Diretor Executivo do Global Reporting Initiative, nas instalações da FIEC em Fortaleza, com a presença de empresários, ONGs e autoridades locais.



A base filosófica é o conceito de sustentabilidade (´triple bottom-line´): para serem ´sustentáveis´, as companhias devem obter os maiores resultados econômicos mas com menor impacto ambiental e com maior impacto social positivo.

Consideramos de extrema importância esforços como o do GRI, pois aumentam muito a extensão das discussões internas sobre os temas de responsabilidade social e ambiental, que estão muito alinhados com o DNA e os valores da Grendene e com certeza podem despertar o interesse de outras empresas. É fundamental no contexto de melhores práticas de governança corporativa e um tema do momento - a questão da sustentabilidade - que permeia tanto a iniciativa privada quanto a pública.


Gelson Luis Rostirolla
Diretor Administrativo e de Controladoria da Grendene S.A.

     
     
   

Grendene ganha Certificação de Responsabilidade Social no Ceará: no dia 13/Set/06 foi entregue o Certificado de Responsabilidade Social, pelo Instituto de Ensino Superior do Ceará – IESC - Dia do Administrador - pelas ações de elevada Responsabilidade Social.




Recebemos no dia 13/Set/06 o Certificado de Responsabilidade Social, do Instituto de Ensino Superior do Ceará – IESC, na comemoração do Dia do Administrador, pelas ações de elevada Responsabilidade Social realizadas pela Grendene.

Este tipo de homenagem que recebemos da comunidade onde atuamos, representada por este importante instituto, nos é muito especial, pois é um reconhecimento de que nossas ações sociais podem fazer a diferença e auxiliar no crescimento auto-sustentado do Brasil e de um Estado onde já atuamos há mais de 15 anos - onde atualmente produzimos em torno de 97% de nossos produtos.

Temos uma elevada consciência de nossa responsabilidade empresarial, até pela grandiosidade de nossos números, uma vez que somos hoje o maior empregador privado do município de Sobral e do Estado do Ceará. Se levarmos em conta todas as nossas Unidades de produção (no Ceará e no Rio Grande do Sul), somos responsáveis diretos por aproximadamente 20 mil funcionários, para uma capacidade instalada de 176 milhões de pares ano e faturamento da ordem de R$ 1,35 bilhão em 2005.

Jaime Bellicanta
Gerente de Recurso Humanos da Grendene S.A.